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quinta-feira, 19 de março de 2015

Paródia Faroeste Caboclo - Rogério Ceni









terça-feira, 17 de março de 2015

Kiwi - App que promete ser a nova febre - que programa é este?

Sua premissa lembra muito a do app Secret, que fez bastante sucesso alguns meses atrás, mas ao invés de postar segredos, nesta plataforma o usuário pode fazer perguntas anônimas para qualquer outra pessoa que esteja cadastrada na rede.
Pelas avaliações feitas pelos próprios usuários na App Store e no Google Play Store já dá pra perceber o quão viciante e divertido o Kiwi. Com ele, você pode fazer aquela pergunta que deseja fazer há tempos para aquela pessoa, mas nunca teve coragem
Essa é a pergunta que muitos estão fazendo nas redes sociais, que raio de aplicativo é esse chamado Kiwi?
Esse aplicativo tem se espalhado rapidamente nos últimos dias a ponto de ter se tornado um dos três assuntos mais comentados no Twitter, até o momento da edição deste artigo, e o que chama a atenção é que muitas reclamações estão sendo feitas por pessoas que já se sentem incomodadas com a chuva de solicitações de seus amigos para instalar este novo app.
kiwi aplicativo
Mas enfim, do que se trata esse tal de Kiwi? Esse é um aplicativo semelhante ao polêmico Secret, sendo que ao invés de postar segredos, os usuários podem fazer perguntas anônimas a outros usuários que estejam na sua rede de contatos e possuam o aplicativo. Então você já pode se imaginar fazendo aquela pergunta que sempre quis fazer a alguém, mas que o medo da exposição lhe impedia.
O Kiwi se comporta parecido também como uma rede social, onde você cria um perfil pessoal e se conecta a pessoas de seu interesse.
Para utilizar este aplicativo basta você baixa-lo e criar uma conta ou , se preferir, usar seu perfil do Facebook para se cadastrar, neste caso o Kiwi já identifica na sua lista de contatos quais são aqueles que já possuem o app. Para aqueles que ainda não tiverem , basta com somente um toque, convidá-los. Mas aqui mora o problema, como seus amigos podem estar neste momento recebendo ao mesmo tempo muitos  convites de outras pessoas, pode ser que ele se sinta incomodado ( ou não).
E se você ainda não recebeu um convite para ingressar nesta rede, se prepare, porque do jeito que o Kiwi tem se espalhado , provavelmente você terá em breve algum convite de um amigo.  O Kiwi encontra-se disponível para baixar na App Store e Google Play.





domingo, 15 de março de 2015

Brasil Gigante Adormecido e Sonâmbulo

Estou surpreso com as manifestações pelo Brasil, posso dizer que não estou reconhecendo o Povo Brasileiro:
- Brasileiro é muito criativo, mas as manifestação é orquestrada por um foco guiado e direcionado que nunca sai do enredo;
-Bom Humor e diversidade, o brasileiro faz piada com tudo e seus protestos mais contundentes são feito com humor, mas quem ensaiou e orquestra estes protestos não deu atenção a isto;
- Corrupção não é invenção de uma pessoa ou partido, infelizmente os políticos e partidos no Brasil são reconhecido pelo "Jeitinho Politico" de ser. Alka, Trensalão paulista, mensalão mineiro e todos os casos de corrupção que não interessa ao Golpe e a Tomada do Poder são silenciados e esquecidos.
O GIGANTE ALÉM DE CONTINUAR ADORMECIDO PROVOU-SE QUE SONÂMBULO




terça-feira, 10 de março de 2015

A "Nova Onda da Internet" agora é o Impeachment?

  • - Assistimos no período eleitoral os ataques aos beneficiários dos programas sociais do país como se o pobre fosse o único culpado pela situação política do pais.
  • - Depois nas urnas vimos e ouvimos pedidos levianos de recontagem dos votos e não aceitação dos resultados. José Aníbal do PSDB já ameaçava pelo twitter "Se tomar posse, não pode governar" O jogo de entravar a administração federal tem início e uma imensa tropa de internautas é contratada para invadir as redes sociais para guerrilha virtual.
  • - A "Nova Onda"(que de nova só a internet) é o Impeachment.
Segundo Guilherme Boulos para Folha de São Paulo (formado emfilosofia e professor de psicanálise) alerta:
O "Golpe pela democracia". Esta pitoresca expressão foi cunhada por ninguém menos que Carlos Lacerda. Golpista nato, farejador de oportunidades, tentou derrubar em uma década quatro governos democraticamente eleitos. Derrubou dois: Getúlio em 54 e Jango dez anos mais tarde. No meio-tempo, investiu contra as posses de Juscelino e do próprio Jango em 61, sem o mesmo sucesso. O lacerdismo combinou controle patrimonialista da imprensa, avalanches de denúncias de corrupção –criando a expressão "mar de lama" contra Getúlio– e servilismo aos interesses da elite, buscando atalhos para chegar ao poder que o voto popular insistia em lhe negar.
Nas palavras de Jorge Serrão:
 "Impeachment virou a maldita palavra da moda no mundo da politicagem tupiniquim. O impedimento da Presidenta Dilma Rousseff ainda não é um desejo popular claramente manifestado. No entanto, nos bastidores do Congresso, calcula-se que a metade da Câmara dos deputados e mais de um terço do Senado já considera o afastamento de Dilma como uma "solução inadiável". A indefinição é sobre o momento para a decisão radical de tirá-la do poder, ou forçá-la a "pedir para sair" (inventando até uma doença inexistente)."
O jornalista Paulo Moreira Leite questiona o uso da palavra IMPEACHMENT
 "Em primeiro lugar, impeachment é uma forma democrática de um país declarar o impedimento de um presidente que, acusado gravemente numa investigação criminal, tornou-se incapaz de responder pelas responsabilidades de governar", diz ele. "Não é isso o que assistimos no Brasil de hoje: temos uma oposição que faz ensaios para um golpe de Estado, mascarado pelo apoio de uma parcela do Judiciário e dos meios de comunicação, na esperança de dar ares de legalidade a uma infâmia."

O efeito do uso abusivo da expressão, diz ele, é o desgaste de Dilma.
"Nesta circunstância, a palavra impeachment tem um único efeito: enfraquecer uma presidenta que se movimenta para dar novas bases ao segundo mandato", afirma. "Num bolivarianismo ao contrário, a oposição tenta ir às massas na tentativa de construir uma base social para um jogo sujo. Encontra o vazio político, que é produto da  aprovação do governo, que permanece em patamares vergonhosamente altos para seus adversários. Enquanto gatos pingados carregam cartazes que pedem intervenção militar, 66% da população confirma seu apego a democracia".

Segundo Paulo Moreira Leite, é preciso tratar as coisas como elas são.
"O golpismo de 2014, que se inspira em 1964 e 1954, deve ser repudiado como aquilo que é: um ataque a democracia, que prefere entregar o país à treva em vez de respeitar a vontade da maioria." (Fonte: http://www.blogdefranciscocastro.com.br/2014/12/a-quem-interessa-o-impeachment-da.html)
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